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Perdi o meu bebé para Deus...

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Perdi o meu bebé para Deus...

Mensagem  anitamlopes em Ter Abr 17, 2012 3:58 pm

Olá boa tarde a todas as mães de anjos...
A minha história é um pouco diferente de todas vocês, pois o meu anjinho Afonso nasceu vivo, vindo a falecer dois dias depois...
Vou começar por fazer uma apresentação e contar-vos a minha história.
O meu nome é Ana, sou de Cantanhede (Coimbra), sou casada e tenho um filho lindo com 6 anos. Desde pequena que adoro crianças, daí ter entrado para o curso de Educação de Infância, e o sonho de qualquer mulher é o de ser mãe, em 02/09/2005 nasceu o meu 1º filho, Pedro Martim com 49cm e com 2,190kg, não foi uma gravidez desejada porque ainda eramos muito novos, mas ficámos felizes ao mesmo tempo, casámos no dia 13 de Maio de 2006 e baptizamos o Martim, sempre vivemos bem, felizes, mas como eu ainda estudava, havia muita gente a meter-se na nossa vida, provocando assim um rompimento do nosso amor... estivemos separados mas voltámos passando por tudo e todos e o meu sonho de ser outra vez mãe era enorme, ele para já não queria, com a crise do país, eu estava desempregada e as condições não eram muitas, mas eu só pensava em engravidar e não queria saber do resto, o que muitas vezes gerava discussão entre nós. Acabei mesmo por ter uma gravidez psicológica. Passou algum tempo e eu em Fevereiro de 2011 comecei a sentir alguma mudanças no meu corpo, a menstruação estava atrasada, os peito estavam maiores e doiam-me, calei-me caladinha e fui comprar um teste de gravidez, ao outro dia de manhã deixei o meu marido e o meu filho sairem e fiz, deu positivo, nem queria acreditar... quando o meu marido chegou, contei-lhe e a reacção dele não foi das melhores, senti-me mal, chorei mas nunca pus a hipótese de fazer um aborto, segui em frente, a noticia também não foi muito bem aceite pelos familiares, os tempos estavam maus e hoje em dia para se criar uma criança não é fácil. A gravidez aconteceu, mais uma vez não foi desejada, mas era o que eu queria e devia estar feliz por isso, mas não estava, foi muito diferente da 1ª, comprei o livro para registar os melhores momentos, mas a vontade não era nenhuma, o ambiente cá em casa também não estava famoso, sentia-me mal com a situação... No dia 1 de Junho, fomos saber qual era o sexo do bebé, já tinhamos os nomes, se fosse menina era Carolina e se fosse menino era Lucas, quando entramos o médico perguntou-nos se tinhamos algum palpite e o meu marido disse que era menina, mas eu no meu intimo sabia que era mais um menino, e era mesmo, o meu marido nem queria acreditar, ficámos muito felizes e o meu martim também porque queria um mano para jogar á bola, o dia não era dos mais felizes, era dia da crainça sim, mas fazia 2 anos que o meu pai faleceu, telefonei a quase toda a familia a dar a noticia mas do outro lado ouvia vozes tristes. Mas a tarde até foi bem passada com a escolha dos nomes, uns porque não queriam Lucas, o meu irmão que era o padrinho como é monárquico queria um nome português, queria Sancho, o madrinha queria Francisco, a avó materna queria Dinis... bem o meu filho nesse dia teve mil e um nomes, até que á noite nós os três decidimos que o nosso bebé ia ter o nome de Afonso. A partir desse dia o Afonso era um bebé adorado por todos, familia, amigos. Todos aguardavam a anciosa espera do Afonso. Soube dias depois que a minha melhor amiga também esperava um menino, outra amiga minha depois de 10 anos a tentar engravidou de uma menina, uns primos do Luxemburgo também esperavam uma menina, um colega do meu marido também esperava uma menina, todos para a mesma altura, já os imaginávamos todos no 1º dia da escola primária a iram todos juntos, porque iam ser da mesma idade... Tudo corria bem, até que ás 34 semanas foi descoberto que tinha diabetes gestacionais, o que para mim era um bicho de sete cabeças, picar-me todos os dias, não foi fácil porque pensava que era só eu e como era muito forte, sou sincera que não tive muitos cuidados com a alimentação, fiz um barrigão enorme que até parecia que esperava gémeos, mas era só um, o meu bebé ás 32 semanas já pesava 2,500kg, tinha o percentil de 95%, todos tinham noção que ele era grande, ás 35 semanas entrei nas urgências com pontadas de lado, já eram contacções, mas como ainda era cedo deram-me magnésio e mandaram-me para casa, apartir daí era constantemente as minhas idas á urgência da Maternida Bissaya Barreto em Coimbra, das quais levei três cartas de urgência do Centro de Saúde, uma das vezes entrei com principio de eclâmpsia, sempre tive a tensão muito alta, engordei 18kg, os pés muito inchados, para o fim mexer-me só quando era mesmo preciso, fui duas semanas seguidas todos os dias para a maternidade, a resposta era sempre a mesma, ainda é cedo e não podemos fazer nada, os médicos do centro de saude diziam que eu já devia estar internada e fazer uma cesariana, os da maternidade, ainda era muito cedo e o bebé estava em formação o que é certo é que eu no há quatro dias que não sentia o bebé e todas as vezes que fui ás urgências fazer o registo tinham que me dar chocolates para ele mexer e mesmo assim não mexia muito, outros diziam que ele estava a dormir, os bebés não dormem um dia inteiro, e muito menos o meu que era um mexilhão... No dia 15 de Setembro fui á consulta de rotina e pedi por anor de seus á minha médica para me provocar o parto, eu já não aguentava as dores, e mal me mexia, estava muito calor, então ela acelarou-me o parto e disse para eu na manhã seguinte dar entrada na maternidade ás 9h, ela não podia estar presente mas deixava-me nas mãos dos melhores médicos, se por ventura não aguentasse a noite para ir, mas não sei onde fui buscar tanta força para aguentar as contracções, eram horriveis, pois do meu 1º filho não soube o que eram contacções por que não as senti. Na manhã do dia 16 lá fomos nós para a maternidade, quando lá cheguei já ia com contracções de 5 em 5 minutos, fui-me inscrever e aguardava que me chamassem, mas as contracções eram intensas e eu não estava bem de maneira nenhuma, muito menos sentada, a minha mãe foi chamar uma auxiliar e lá entrei eu para a sala de urgências, a enfermeira de serviço pediu-me para me deitar na marquesa para me observar e sem querer rebentou-me as águas, que momento horrivel, como não havia vagas nos pisos de cima puseram-me desde as 9h da manhã até as 11h20 na cadeira dos resgistos, eu bem que fazia as respirações para aliviar, mas eram impensável naquela posição, então ás 11h30 levaram-me para a sala de partos, ai as dores já eram menores, entretanto chegou o anestesista e perguntou-me se queria levar a epidoral, eu nem sei o que havia de fazer, pois no meu 1º parto depois de 4 injecções não pegou acabando por sentir tudo, mas arrisquei, e pegou, que alivio, tudo estava a correr bem, as dilatações, o coração do bebé a bater, enquanto estive ali ouvi antes de mim uns 4 ou 5 bebés a nascer e a minha hora estava quase, ás 16h foi a mudança de turno e eu disse para o meu marido para mandar vir os pais e o nosso filho pois a seguir era a minha hora. Quando me foram para fazer o toc mandaram sair o meu marido e quando mo fizeram eu gritei muito porque me doeu muito entao eles disseram que era melhor iniciar, e assim foi... bem posso dizer que o meu 1º parto custou, foi horrivel, mas no fim tinha o meu bebé nos braços e todas aquelas dores ficaram mais pequenas, mas este, parecia o faroeste, e então quando eu vi quem era a médica que me ia fazer o parto, fiquei para morrer... a cabecinha do meu menino saiu e a gaija bloqueou e não consegui tirar o resto, tiveram de chamar outros médicos e até hove um que se pôs literalmete em cima de mim, porque o meu filho não saía, mas porquê? Eu já não tinha mais forças, se o medico naquele momento em que o bebé finalmente saiu nãose pusesse em cima mim eu morria. Levaram logo o bebé para dentro, nunca o ouvi chorar e entretanto chamaram o meu marido e explicaram-lhe que não correu bem mas que depois já vinham falar com ele, só que quando ele entrou na sala de partos eu estava a rir-me porque estava a acabar de dizer que a placenta custou menos a sair que o meu filho, e aí é que ele não entendeu mesmo nada, prepararam-me e levaram-me para o corredor, onde do lado esquerdo via uma mãe com o seu filho, noutra sala o choro de um bebé acabado de nascer e lá fora o meu marido a perguntar-me onde estava o nosso bebé... Entretanto veio a pediatra e disse-me que o parto não tinha corrido bem mas que estavam a fazer tudo o que podiam, claro que comecei logo a chorar... a médica muito mal educada para mim perguntou-me se podia continuar a conversa e eu so queria ali o meu marido, agarrámo-nos um ao outro a chorar... como estavamos na sala de partos preferiram levar-nos dali para um quarto no fundo do corredor, onde tiraram o berço que pertencia á minha cama, mas esqueceram-se do outro, foi horrivel ter que dar a noticia a minha familia, entretanto o meu marido foi á UCIC, ver o menino porque ele ia ser transferido para o Hospital Pediátrico para a unidade de cuidados intensivos, para ver se reagia, quando ele chegou ao pé de mim disse-me que o nosso menino era lindo e grande e eu perguntei logo se ele tinha morrido... No momento que o menino ia a sair da maternidade para a ambulância foi na hora que os meus sogros chegaram e o meu filho... viram-no 5min. Fiquei na maternidade até Domingo. Nesse dia á noite, o médico que me salvou veio ter comigo ao quarto e desse-me que lamentava muito o que sucedeu e que não tinhas grandes espernaças que o bebé sobrevivesse, porque teve 10min de paragem cardiaca e mais 5min para o reanimarem, muito tempo, o que se sobrevivesse ia ter mazelas para o resto da vida, mas eu na altura não quis ouvir e não liguei tendo sempre a esperança que ele ia sobreviver... No dia seguinte o meu marido veio ver-me e trouxe-me fotos ele era lindo, grande e parecido com o irmão, ele nasceu com 3,995kg, um bebezão. Entretanto chegou a minha mãe e irmã e ele aproveitou para ir ver o menino ao pediatrico, quando chegou disse que teve algumas melhoras e que abriu os olhitos, eram verdes como os dele, no Domingo quando chegou á maternidade, como eu estava a dormir porque as noites foram horriveis, ao ouvir os outrso bebés a chorar e eu não tinha ali o meu, foi falar com a enfermeira chefe para me deixar sair porque eles não davam muito mais tempo de vida ao meu filho, e para eu ao menos o ver ainda com vida, para lhe fazermos também o baptizado, nem que fosse para ir e dps voltar, claro que se eu saisse nunca mais conseguiriam que eu ali voltasse a entrar, entam ela observou-me e deixou-me sair, saimos e a sensação de sair com as malas sem o meu bebé é das piores sensações que uma mãe pode passar, ainda para mais no horário das visitas onde toda a gente olhou curiosa, mas eu queria era ver o meu bebé, e lá fomos, no caminho o meuu marido prparou-me para quando eu visse o meu filho, que estava ligado as maquinas e que eram só fios por todo o lado, claro que eu já tinha visto nas fotos, mas não era a mesma coisa, tive um choque realmente quando o vi, agarrei-o logo nas mãos e chamei pelo nome dele sempre com a esperança de ele acordar, mas nada... connosco entrou a minha irmã e a irmã dele para serem as madrinhas do baptismo, já lá estav o capelão, que se emocionou muito ao ver um bebé tão lindo e que só por um milagre ele ficava no nosso mundo. Passei o dia todo ao pé del, tinha menos de 48h de parto, tinha dores, mas não queria saber, eu queria era o meu menino, a médica entretanto veio falar connosco e dizer que as esperanças não eram nenhumas, porque na noite de sábado para domingo piorou muito e as melhoras não foram nenhumas e tiveram de aumentar as doses da medicação para que eu ao menos o pudesse ver com vida, claro que as lágrimas saltaram logo... O avô do meu marido tinha falecido no dia a seguir ao nascimento do meu filho, no dia 18 de Setembro foi o funeral e na mesma hora em que a urna do avô descia a terra o meu filho ganhou umas asinhas e foi para o céu, não queria acreditar, o coraçãozinho dele já não batia, porquê? Porque é que tivemos de passar por aquilo, por uma crueldade que só quem passa por ela sabe o que é... Entretanto foram prepará-lo e nós saimos para dar a noticia, qual não foi o meu espanto quando cheguei á sala de espera e tinha toda a minha familia lá, inclusivé veio uma tia minha do Porto, quando puseram o bebé no quarto, para podermos vê-lo a enfermeira chamou o meu marido e a reacção do meu marido foi dizer á enfermeira para guardar o menino e para esperar ali ao pé dele enquanto ele ia chamar a familia, quando entrei naquela sala a minha 1ª reacção foi contar os dedinhos das mãos e dos pés e ver se ele era perfeitinho e também tinha uma enorme vontade de lhe pegar, mas não o fiz, pus o meu dedo na mão dele e dei-he muitos beijinhos, ficámos lá até á meia noite, toda a equipa médica me deu os parabéns pea força e coragem que tive naquele dia, pois com um parto tao dificil e com um grande sofrimento estive ali todo o dia...
Fomos para casa, e quando cheguei que vazio enorme não o ter ali... não consegui ir para o quarto, fiquei na sala, e dormi no sofá, no dia seguinte apareceram as minhas amigas incluindo a minha amiga grávida que quando ela me viu abraçou-se a mim quanto ela podia, depois o meu marido foi a Coimbra com o pai á maternidade para alguém lhe dar uma explicação do que se tinha passado... Falou com a directora clinica, que era também a minha médica e também com o médico que me salvou... Eles lá lhe explicaram que o que aconteceu não é muito frequente e que o último caso que aconteceu, foi há 18 anos, em que o bebé sobreviveu mas é um vegetal... O que aconteceu no parto foi uma Distócia de Ombros, o ombro do bebé encravou na minha bacia, e não dava para prever, e como tudo indicava para um parto normal, não pensaram em fazer cesariana. Depois de ter acontecido a perda do meu bebé passei a ter um histórico clinico diferente, foi preciso passarmos por isto para apartir de agora bebés com mais peso que o meu 1º filho nasçam por cesariana...
Mandámos fazer autópsia, o que nos foi dificil e que estivemos quase a desistir, mas felizmente tenho uma prima que trabalha no Instituto de Medicina Legal do Porto e que nos conseguiu uma autópsia para terça feira dessa semana, porque os médicos queriam fazer a do hospital, mas nós queriamos a outra e conseguimos.
No dia 20 foi o funeral, ver outra vez o meu menino não foi fácil, estava diferente... Frio, maquilhado, com a 1ª roupinha dele e com a fralda com o nome dele e também levava um peluche, era dele... Houve muita gente que me criticou, mas eu passei ao lado, estar ali com ele a viver tudo outra vez foi horrivel... aquelas pessoas que falavam babuseiras, bem eu hoje rio-me de algumas passagens, mas naquela hora eu nem sei... Surpreendi-me comigo mesma, claro que primeiro foi o choque e agora passados 7 meses é que começo a entrar na realidade... a imagem do meu bebé da urna não me sai da cabeça, a foto que pusemos na lápide era ele na urna, mas cada vez que lá ia sentia-me mal... depois foi o contar ao meu filho onde estava o mano, coincidiu com a entrada dele para a escola primária, bem foi tudo muito complicado... ele até reagiu bem, a escola corre bem, ambos andamos a ser acompanhados na psicóloga da maternidade. Há uns meses atrás ele abraçou-me e disse-me que já sabia que o mano ia ser um anjinho, palavras que me arrepiaram profundamente mas ao mesmo tempo queria saber o resto, e então perguntei-lhe o porquê e ele disse que um dia ele estava a dormir e que jesus disse-lhe ao ouvido que o irmão ia ser um anjinho... fiquei para morrer... outro dia, no dia dos finados já no fim das celebrações o meu filho sentou-se na campa do irmão e disse-me que o mano lhe tinha dito que gostava mais que eu lhe pusesse na jarra flores brancas, nesse dia tinha flores de cores, apartir dai todos os Domingos o vamos ver, enfeitamos a jarra somente com flores brancas e pagamos-lhe ao colo ( pegamos a lápide com a fotografia ao colo) entretanto pedi ao senhor dos marmores para mudar a foto, a foto da imagem que eu quero ficar do meu filho...
Entretanto nasceram todos os bebés que estavam para nascer... e só há uma com quem consigo estar, ninguem o entende porque e nem eu... mas foi a vê-la crescer que consegui ultrapassar alguns dos meus medos... quando vejo um bebé de olhos fechados desvio o olhar poruq não consigo, poruq me lembro do meu bebé na urna. No Domingo de páscoa fui criticada pela minha própria famila, (primas) por não ter conseguido olhar para a bebé da minha prima que estava a dormir, que não é a fugir á realidade que vou conseguir ultrapassar isto, que se fosse aos filhos dela que nunca mais me olhava para a cara... foi dificil ouvir estas palavras de uma prima, mas as coisas ultraassam-se, e hoje sei porque é que dentro de mim gerei um anjinho que não era para mim, mas era a minha missão carregá-lo e sofrer esta dor e este vazio enorme, o meu bebé Afonso veio a este mundo para mostrar a toda a gente que o NOSSO AMOR É GRANDE E QUE FOMOS FEITOS UM PARA O OUTRO, e apesar de nos tentarem separar nunca o vão conseguir. Apartir desse dia nunca mais cá em casa houve uma discussão e estamos mais unidos que nunca, inclusivé a familia.
Até ontem só tinha na minha cabeça que tinha de engravidar, desse por onde desse, deixei de cuidar de mim, fecho-me em casa e não consigo emagrecer, sinto-me gorda e detesto olhar para mim. Ontem só apanhei o testemunho da Sara, confesso que me cairam as lágrimas e que nas palavras dela vi o que realmente eu passei, pelo mesmo, mas fez-me pensar de outra maneira, vou cuidar de mim, sorrir, divertir-me e acima de tudo gostar de mim, o meu marido vai para o mês que vem embora para a Alemanha e se tudo correr bem, nós vamos no Natal ter com ele, vamos começar do zero num país diferente, com pessoas diferentes, vai-nos fazer bem, apoiamo-nos uma ao outro e como a sara disse, vou viver um dia de cada vez, vou dar tempo ao tempo e na hora certa Deus que me levou o meu filho há-de me dar outro filho. Hoje sinto-me outra pessoa. Obrigada por me deixares partilhar com voês a minha história, obrigada Sara e obrigada por existirem. Beijos grandes
[b]

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Re: Perdi o meu bebé para Deus...

Mensagem  pamgvb em Ter Abr 17, 2012 11:24 pm

Anita minha querida quanto sofrimento junto.... quanta dor desumana.... sem palavras querida.... tenho a certeza que onde quer que esteja o teu Afonso tem um orgulho enorme na mae que tem!! quanto aos outros desculpa minha frieza mas é hora de seres egoista e pensares apenas em ti porque infelizmente só quem passa por esta provação entende o que sentimos!!

um beijo enorme cheio de coragem e força
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